PÁSCOA DE VERDADE





ORIGEM DA PÁSCOA

É comum associar a Páscoa a ovos de chocolate e coelho, mas seu significado é diferente do que se costumam mostrar?

Há mais ou menos 1500 anos a.c. Quando Deus enviou o anjo destruidor para eliminar os primogênitos da terra do Egito, os israelitas estavam em suas casas. As ordens divinas eram que cada família tinha que tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia 14 do mês de Abibe (Abril). Parte do sangue do animal deveria ser aspergido nas duas ombreiras e na verga da porta; então quando o anjo destruidor passasse por aquela casa e visse o sinal de sangue, aquela família seria poupada da morte (Ex 12.23). Assim libertados da escravidão os hebreus sempre comemoraram a Páscoa, até aí, ovos e coelho não tem nada haver com a história.

E COM O QUE TEM HAVER OVOS E COELHOS?

É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra aos deuses.

Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
O costume de dar ovos em Abril provavelmente vem da teologia e dos costumes encontrados entre os egípcios, persas, gauleses, gregos e romanos, entre os quais o ovo, que na época era de verdade, era um símbolo do universo.
Os antigos babilônios acreditavam que um ovo caiu do céu no rio de Eufrates e os peixes o rolaram à costa onde as pombas o fizeram chocar e de onde saiu “a rainha dos céus”, Ishtar. Desta forma, o ovo transformou-se num símbolo de Ishtar, deusa muito adorada pelos antigos.
A imagem do coelho surgiu, associada à criação por causa de sua grande prole. O coelho, para os antigos, era um símbolo da lua (a ligação entre o sol Venus ou Ishtar), ele que é um animal noturno. A lebre é o único coelho que nasce com seus olhos abertos. A palavra egipcia para lebre é “un”, que significa ” abrir “. Assim a lebre foi associada com a abertura de uma estação nova, a primavera, em Abril, no equinócio vernal. As lebres e os ovos eram também usados como simbolismo no Egito na abertura de seu ano novo, em que os ovos eram quebrados cerimonialmente.

ENTÃO, O QUE OS OVOS E COELHOS ESTÃO FAZENDO NA PÁSCOA?


A história conta que a igreja, no caso católica, por seus líderes consagraram o ovo para ser (além dos deuses) ser também símbolo de Cristo?! Mais esquisito do que isso é por como símbolo um coelho (animal listado entre os impuros, lado a lado com os porcos e outros. Ver: Lv 11.6 e Dt 14.7,8), como representação da páscoa do próprio Senhor Jesus. E a maioria concorda!
Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício e símbolo “cordeiro” da Páscoa. Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho de João: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29) e uma constatação de Paulo “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado.” (1Co 5:7).

Para os cristãos o evento possui um rico simbolismo profético, pois fala de Cristo e sua morte na cruz para salvar a humanidade da condenação do pecado. A Páscoa é sinônimo de vida, pois ao terceiro dia Jesus ressuscitou dentre os mortos. Este evento comprova que Ele é realmente o Filho de Deus (Jo 10.17,18; Rm 1.4) e garante eficácia de sua morte redentora ( Rm 6.4; 1 Co 15.17). Esse é o sentido da Páscoa!

LIÇÃO 2 - É PRECISO AMAR



Texto bíblico: 1 Coríntios 13.1-7,13































O amor é sofredor (paciente) para com as pessoas que nos provocam ou nos ferem. Não permite que surjam sentimento, mesmo quando os males assolam. Ele caminha a segunda milha, oferece a outra face, suporta o insulto, é paciente com os que discordam, ou escarnecem, ou zombam (Mt 5.39,41). Reflete a paciência de Deus para com os pecadores: não pode ser irritadiço para com aqueles por quem Cristo morreu.

O amor não pára com uma mera paciência que tolera aqueles que amontoam abuso sobre abuso. É ativamente gentil, vence o mal com o bem (Lc 6.27; Rm 12.21), procura o que pode fazer pelos outros, põe-se a serviço de outros, encoraja os outros a falar e ministrar (1 Co 14.30,31).

O amor não é invejoso, nunca tem ciúmes, nunca expressa má vontade, malícia ou mau humor. Ele não trata com leviandade, nunca é fanfarrão, mas é verdadeiramente humilde.

O amor não se ensoberbece, não é orgulhoso, inchado ou convencido, nem é ávido por honra.








O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Sempre defende, sempre confia, sempre tem esperança, sempre persevera, suporta a pressão com fé e esperança ousadas. Vê onde é preciso ajuda e se coloca sob a carga sem que lhe seja pedido ou implorado. Fornece coragem sincera aos outros. Se estas características (presente nos que amam e servem a Deus) parecem difíceis de se ter, lembremo-nos de que podemos buscar a Deus para que Ele derrame o seu amor em nosso coração pelo Espírito Santo (Rm 5.5).






Aproveite e ore, pedindo a Deus que o ensine o verdadeiro amor.






Extraído do conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes, CPAD.









TESTE DE CONHECIMENTO






1- Porque Deus amou o mundo de uma tal maneira?





2- É preciso amar? Como você tem demonstrado seu amor para com os que não seguem a Jesus?





3- Leia 1 coríntios 13 e copie o versículo que mais lhe impressiona? Porque?


LIÇÃO 1 - EU TENHO UMA MISSÃO




Texto bíblico: Mateus 28.18-20







VEJA O VÍDEO:




















A grande comissão é a sublime expressão da soberana vontade de Deus e a razão da vinda de Cristo – a salvação do homem. Jesus, ao iniciar o seu ministério, convocou discípulos, preparou-os por cerca de três anos, capacitou-os para continuar a tarefa que Ele iniciara. A obra de Cristo não findou com a sua morte, ou com a sua ascensão ao céu. Muito pelo contrário, sua morte consumou o plano de Deus e ao ressurgir tornou-se vivificador e cabeça daquela que veio a ser sua representante entre os homens – a Igreja. Ao ascender aos céus, Jesus enviou o Espírito Santo, que capacitou os discípulos nesta obra tão árdua de comunicar os homens a salvação.









Talvez você se questione do porque trabalhar na Grande Comissão, afinal você não estava lá quando os 12 foram chamados! Lembre-se que discípulo é todo aquele que recebe a Jesus como salvador, é batizado e guarda todas as coisas que Ele ordenou, incluindo a comissão de fazer outros discípulos.







Texto extraído do site da CPAD, com algumas adaptações.










TESTE DE CONHECIMENTO





1- Qual o texto bíblico que mostra Jesus nos chamando para a Grande Comissão? Copie.





2- O que significa o “Ide” de Jesus?





3- O que Jesus quis dizer com “Ensinai”?





4- Qual o significado de se batizar nas águas?





5- Explique com suas palavras qual a sua missão?





OBS: Atividade para ser entregue juntamente com a da revista na Escola Bíblica (18/04/2010).






Jesus diz: “Estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos” Mt 28.20

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